Perfil Epidemiológico de la Tuberculosis en Hombres Privados de Libertad en el Estado de Rio Grande Do Sul
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18796007Palabras clave:
TB-HIV coinfection, Antimetabólitos, male smokers, Mycobacterium tuberculosis, underreporting, people deprived of libertyResumen
Introducción: La tuberculosis es causada por Mycobacterium tuberculosis, un bacilo que se transmite por vía aérea. La enfermedad sigue siendo un importante problema de salud pública en Brasil, especialmente en poblaciones vulnerables, como las personas privadas de libertad. En Rio Grande do Sul, la alta incidencia, la coinfección TB-VIH y las condiciones carcelarias, como el hacinamiento y las condiciones insalubres, favorecen la transmisión y dificultan el control de la enfermedad. Objetivo: Analizar el perfil epidemiológico de la tuberculosis en hombres privados de libertad en Rio Grande do Sul en 2023 y 2024, considerando la coinfección TB-VIH, la forma clínica y los resultados del tratamiento. Metodología: Estudio epidemiológico, observacional, descriptivo y retrospectivo, utilizando datos secundarios del SINAN/DATASUS. Se analizaron variables como el año de notificación, la coinfección TB-VIH, la forma clínica y los resultados (curación, abandono y fallecimiento) mediante estadística descriptiva. Resultados y Discusión: Se registraron 905 casos en 2023 y 806 en 2024, con coinfección en 12,3% y 13,2%, respectivamente. Predominó la forma pulmonar (más del 90% de los casos). Hubo una reducción en el abandono del tratamiento (132 a 93), las muertes (14 a 9) y el total de casos en 2024. La Región 10 concentró el mayor número de notificaciones. Los casos de resistencia a medicamentos fueron pocos, pero relevantes. La coinfección TB-VIH se mantuvo alta, asociada con peores resultados. El tabaquismo mostró una alta prevalencia. A pesar de los avances, persisten los desafíos relacionados con la adherencia terapéutica y la continuidad de la atención. Conclusión: Aunque hay una reducción en algunos indicadores, la tuberculosis sigue siendo un problema grave en el sistema penitenciario. Se refuerza la necesidad de diagnóstico temprano, ampliación de las pruebas de VIH, fortalecimiento del tratamiento directamente observado e integración entre el sistema penitenciario y la red de salud para garantizar la continuidad de la atención y reducir la transmisión.
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